Apesar da corrida eleitoral fazer com que o governo tente brecar os preços praticados no Brasil, a inflação dos alimentos e bebidas acumula 9,54% de janeiro a setembro.
Esse é o maior avanço para o período desde 1994 (915,08%), momento em que o Brasil vivia um momento de retomada após a hiperinflação do governo Collor.
Os dados são apontados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foram consultados pela Folha de São Paulo.
A tentativa de Bolsonaro baixar os preços durante a campanha teve um reflexo pequeno e não deu poder de compra para as pessoas mais vulneráveis. Um exemplo prático é o fato do auxílio de R$ 600 não conseguir comprar uma cesta básica em 17 capitais.
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